sexta-feira, 30 de março de 2012

Empresa tentou arrancar sintético

A empresa que instalou o sintético do Campo da Portela, na Marinha Grande, que a U. Leiria se comprometeu a pagar para poder jogar no Estádio Municipal nesta temporada, tentou proceder à retirada do relvado, esta sexta-feira, devido ao atraso no pagamento por parte da SAD.
A situação arrasta-se há meses, tendo a administração liderada por João Bartolomeu apresentado garantias em como fará o pagamento em breve.O Campo da Portela é propriedade do Marinhense, que compete na 3.ª Divisão.

in Record

DIOGO IZATA CHAMADO À SELEÇÃO NACIONAL SUB-15 PARA RENDER EDGAR LOUREIRO


O Treinador Nacional, Hélio Sousa, chamou aos trabalhos da Seleção Nacional Sub-15 Diogo Izata da U.D. Leiria para render o médio do Sporting de Braga Edgar Loureiro, que se encontra lesionado.
A Seleção Nacional Sub-15 encontra-se no Centro de Estágios de Rio Maior onde estagiará até ao dia 31 de abril.

in AF Leiria Site

sábado, 24 de março de 2012

Juniores : FC Porto goleia UD Leiria

7ªJornada - Apuramento do Campeão - Juniores
--
Resultados:
UD Leiria 0 - FC Porto 4
Nacional 1 - SL Benfica 1
SC Braga 3 - V.Setúbal 1
V.Guimarães 3 - Sporting 4
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Classificação:
--
Próxima Jornada 31-3-2012
Nacional - V.Setúbal
SC Braga - FC Porto
SL Benfica - Sporting
UD Leiria - V.Guimarães

quarta-feira, 21 de março de 2012

Histórias de quem viu nascer a União de Leiria

A conversa com o REGIÃO DE LEIRIA aconteceu um dia antes da saída de Manuel Cajuda do comando técnico da União de Leiria (ver página ao lado). No entanto, a situação fragilizada do clube surgiu na conversa.

As bancadas estão vazias e só o sistema de rega do relvado traz movimento ao estádio de Leiria. José Familiar e Orlando Rousseau estão sentados na bancada. Recordam os anos em que jogaram à bola pela União de Leiria. Integraram a primeira equipa, em 1966/67.
“A encosta estava cheia, tínhamos jogos com cinco mil pessoas a assistir”, conta José Familiar, hoje com 67 anos, que durante 13 anos representou a União de Leiria. O lado esquerdo sempre foi controlado por ele. Primeiro como extremo, depois como defesa. Chegou a ser o melhor marcador da equipa com nove golos numa época.
Contudo, foi Rousseau que marcou o primeiro golo da história da União de Leiria. O particular frente ao Atlético Marinhense obrigava-o a jogar contra a sua antiga equipa. Primeiro, marcou um autogolo. Depois remediou com um golo ao adversário. O jogo acabou empatado a duas bolas.
Os anos que se seguiram foram de glória. “A União sobe à III divisão nacional e depois à II. Houve uma grande festa. As pessoas concentraram-se na Praça [Rodrigues Lobo] e houve um grande convívio. Assaram um porco e tudo”, lembra Familiar.
“Eram outros tempos”, explica Rousseau, que depois de deixar de jogar, em 1978/79, enveredou pela carreira de treinador e passou por mais de uma dezena de clubes e seleções distritais.

Salários em atraso


“Estar na I divisão é um milagre. Se não fosse o João Bartolomeu [presidente da SAD], quer queiram, quer não, o clube já tinha acabado há muito tempo. Apesar de tudo, é ele que consegue manter o clube”, afirma Rousseau.
E salários em atraso não é um problema de agora. “Uma vez, fomos jogar às Caldas e vencemos a Taça. Durante os festejos, a taça caiu e ficou toda torta. Não se aguentava em pé. Como não recebíamos há quatro meses, as pessoas pensavam que a taça vinha torcida porque os jogadores a tinham danificado. Lembras-te disso?”, pergunta Rousseau a Familiar que solta uma gargalhada e não o deixa sem resposta. Do saco retira um recibo de vencimento de 1968/69. Recebeu dez contos (50 euros, na moeda atual), pagos por três vezes.
Mas se existem situações idênticas no clube 46 anos depois, outras são bem diferentes. “Treinávamos no pelado quatro vezes por semana e uma no relvado, se jogássemos em casa, para não o estragar. As bolas eram de cabedal e pesadas. Num canto, raramente conseguíamos colocar a bola na área e, se chovesse, pior ainda”, refere Familiar. Também as camisolas, com a chuva, se transformavam. “Ficavam pesadas e cheias de terra. Parecíamos uns autênticos guerreiros”, acrescenta, ostentado com orgulho a camisola, com o nº 11, que usou na primeira época ao serviço da União de Leiria.

Marina Guerra (Textos) e Joaquim Dâmaso (Fotos)
Região de Leiria

U.D.Leiria vs F.C.Porto este Sabado dia 24



quinta-feira, 15 de março de 2012

"Há uma estratégia organizada para acabar com a União de Leiria"



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Há 25 anos à frente da União de Leiria, João Bartolomeu tenta fazer frente a um dos momentos mais difíceis da sua liderança. Na entrevista, parcialmente feita por escrito, o empresário de 66 anos explica as razões das dificuldades financeiras que atravessa a SAD, admite incumprimento “com muita gente”, mas acredita que o futuro será melhor. Nega estar agarrado à cadeira e salienta não querer fazer dinheiro com o futebol. Por isso, os interessados em adquirir asua participação só terão de o fazer pelo valor da dívida que a empresa lhe deve. O Grupo Lena está na mira das suas maiores críticas
Têm sido tornadas públicas, dívidas, acções judiciais e incumprimentos fiscais relacionadas com a SAD da União de Leiria. O que se passa?
A questão que me coloca, apesar de pertinente, não deixa de encerrar, por si só, uma outra questão, que é o facto de no actual cenário de crise em que submergiu toda a Europa, ser absolutamente normal que em todos os sectores da actividade, as empresas - e a União de Leiria SAD é uma sociedade comercial - enfrentem dificuldades acrescidas que levam ao aumento das situações de contencioso e também de dificuldades de cumprimento perante alguns credores, entre os quais, naturalmente, a administração fiscal.

A SAD corre o risco de se tornar insolvente?

É uma máquina trituradora de dinheiro. Tudo custa muitos euros, mas quem quiser fazer auditorias à SAD está à vontade. Nunca recebi um euro por uma transferência, nem almoços, nem jantares. Estamos neste momento em incumprimento com muita gente, mas se Deus quiser, com esta alteração que queremos fazer, vamos cumprir com todos. Vamos ser visitados em breve por uma pessoa que, acreditamos, vai injectar dinheiro na SAD. Seria uma pena que Leiria ficasse sem futebol.

Quem?
Não quero falar nisso, mas vai haver grandes mudanças na União de Leiria.

Mas há ordenados em atraso...

A União de Leiria viveu sempre à base dos dirigentes, só que infelizmente as empresas estão mal e o futebol acaba por sofrer as consequências. Acho piada, há clubes em pior situação, mas só falam da União de Leiria. É uma estratégia organizada para eliminar a União de Leiria e descer de divisão.

Porquê?

Porque não temos medo. Como não temos rabos de palha e eles têm, como não ganhamos dinheiro com o futebol e eles ganham, foram desmascarados e apanhados. Falo alto porque estou descansado.

Admite voltar para Leiria?
Não. Em primeiro lugar temos um contrato de três anos com a Câmara da Marinha Grande que queremos cumprir. Depois, desde que António Martinho permaneça na Câmara de Leiria como vereador, a União de Leiria não voltará.

O JORNAL DE LEIRIA sabe que foi sondado para vender a sua participação na SAD. Quem são os interessados?
A única vez que fui sondado, estivemos a mostrar a contabilidade da SAD, penso que foram mandados pelos senhor presidente da câmara. Não sei se foi ele, mas o que sei é que houve umas reuniões na câmara com um investidor brasileiro. Comprava tudo, até queria comprar o Cinema City, mas quando chegou a hora de meter os advogados ao barulho, desapareceu do mapa. Era um vigarista, um burlão. Era só conversa.

Por quanto é que venderia a sua participação na SAD?
Não quero ganhar dinheiro com o futebol. O único valor que quero receber é o das dívidas.

Confirma os 4 milhões de euros...
É um valor que ronda essa verba.

Há quem diga que está agarrado à cadeira...
Quero é fugir daquilo! Ao contrário do que as pessoas pensam, já me custa ir ao futebol. Tenho 66 anos e queria passar o resto da vida descansado. Mas como sei que aquilo vai cair quando sair de lá, queria ver se aparecia alguém para aguentar aquilo.

Como é o seu relacionamento com os accionistas Media Capital e Grupo Lena?

Posso adiantar que com a Media Capital a relação é perfeitamente normal. Relativamente ao Grupo Lena, muito há a dizer, mas mais haverá para investigar, para que os leirienses percebam, de uma vez por todas, a razão pela qual apareceram como accionistas da SAD.

O que quer dizer com isso?

Seria bom que os órgãos próprios esclarecessem a exorbitante derrapagem no custo das obras levadas a cabo no Estádio Municipal, quais os interesses conexos com tal agravamento nos custos que relembro, ascendeu a cerca de 80 milhões de euros. Quem lucrou com esta situação? Outro exemplo: a construtora Soares da Costa, que havia impugnado o concurso para as obras do estádio e ao que parece, terá visto a impugnação deferida no Tribunal da Relação de Coimbra, viu ser-lhe adjudicada a empreitada para a construção da ponte que permite o acesso ao Estádio, uma empreitada de vários milhares de euros. Esta situação é tudo menos clara. Mas há mais situações para as quais os leirienses têm de ser alertados para que possam questionar o porquê das coisas. Temos em nossa posse um cheque de 400 mil euros emitido pelo Grupo Lena a favor do SC Portimonense. Note bem. Não é da União de Leiria.
Que tipo de negócios estão subjacentes à emissão deste cheque? Que saibamos inexistiu qualquer contrato de publicidade entre ambos. Se foi para fazer caridade, o Grupo Lena deveria ser solidário com outro tipo de instituições, que precisam seguramente muito mais que aquele clube. Seria natural que sendo accionista da União de Leiria, o Grupo Lena pudesse contribuir para o fortalecimento e robustez da sua participada, dando-lhe uma injecção de pujança para que esta pudesse cumprir com as suas obrigações de forma mais desafogada e investindo no seu negócio. Nada disso aconteceu. Recentemente, a União de Leiria foi accionada judicialmente pela Construtora do Lena relativamente à transferência do jogador Maciel para o FC Porto, situação que se verificou há cerca de 10 anos e que eles bem sabem não fazer qualquer sentido. A União de Leiria não pactua com este tipo de procedimentos, razão pela qual apresentámos já uma denuncia junto dos serviços competentes para investigar tudo aquilo que por aí se comenta em surdina.

A União de Leiria jogar fora da cidade de Leiria é, no mínimo, estranho. O que de tão grave aconteceu que o levou a tomar esta decisão?
É necessário ter em conta o seguinte: Primeiro, a União de Leiria sempre jogou em Leiria, no anterior Estádio e mais recentemente no novo estádio Municipal. Segundo, a União de Leiria não tinha quaisquer custos no anterior Estádio, mas atendendo às obras de remodelação e por entendermos e concordarmos com o conceito de utilizador-pagador, aceitámos pagar. Terceiro, os contratos que celebrámos com a sociedade gestora decorreram normalmente, numa primeira fase, não só porque o valor que nos era inicialmente cobrado estava dentro das nossas parcas possibilidades, mas também porque havia respeito mútuo no cumprimento dos deveres ali consagrados. Quarto, já no decurso da época desportiva 2010/2011, a relação começou a deteriorar-se em face da ausência de comunicação, pela Leirisport, das receitas que a mesma obtinha com a publicidade e com a assistência aos jogos. Em paralelo, cobrava-nos sistematicamente um valor que considerámos exorbitante, tanto mais que a ausência de comunicação de receitas não nos permitia fazer o devido acerto de contas entre o deve e o haver. Paralelamente, a questão da venda dos camarotes que nos permitiria realizar mais algum capital, por forma a compensar o valor dos 17.500 euros + IVA que pagámos por cada jogo ali realizado, eclipsou-se fruto da falta de diligência daquela entidade e, portanto, considerámos naquela altura que não estavam mais reunidas as condições para que se mantivesse a relação contratual. Nesta conformidade, em Fevereiro de 2011 comunicámos à Leirisport a rescisão unilateral e com justa causa de tal contrato, tendo pedido judicialmente uma indemnização de 500 mil euros. De referir ainda que requeremos recentemente a insolvência da empresa municipal face ao completo desenquadramento legal de que a mesma padece e ao exorbitante défice que apresenta e cujo pagamento sai dos bolsos de todos os munícipes.

Já assumiu ao JORNAL DE LEIRIA que transferiu activos da SAD para empresas dos accionistas, algumas das quais geridas por si. Não considera que desta forma esvaziou a SAD de valor?

Não assumi, nem podia assumir, ter transferido os activos da SAD. Convém clarificar que a União Desportiva de Leiria Futebol SAD não transferiu os seus activos para as aludidas sociedades, antes deu os mesmos como garantia nas diversas operações financeiras destinadas a permitir o seu normal funcionamento quotidiano. Por conseguinte, a SAD mantém os seus activos. Esta situação apenas ocorre porque as entidades desportivas necessitam de garantir a disponibilidade da sua tesouraria para fazer face aos compromissos que assumem. Para isso necessitam de recorrer a empréstimos ou financiamento de terceiros, os quais, naturalmente, pressupõem a cedência de algumas garantias por parte dos benefícios, o que, no caso em apreço, foi elaborado com as formalidade legais essenciais e com total transparência. Esta é uma situação recorrente nos clubes de futebol e sociedades desportivas, assim como no quotidiano empresarial. Só é notícia porque envolve o nome da União de Leiria e porque parte de afirmações caluniosas proferidas por alguém que se afirma empresário de jogadores mas que efectivamente não está licenciado para o exercício de tal actividade, no caso Murilo Maia, no âmbito de um processo judicial que decorre, o qual nem sequer tem ainda designada a competente audiência de discussão e julgamento, nem logicamente qualquer sentença.

“José Mourinho nunca escolheu um jogador para a União de Leiria”

Quem foram os melhores jogadores que passaram na União de Leiria?
Quem decidiu os atletas fui sempre eu. O José Mourinho, por exemplo, nunca escolheu um jogador para a União de Leiria. Estão todos enganados quanto a isso. Depois lançou-se e é fácil em clubes com muito dinheiro escolher os melhores jogadores. Em Leiria é diferente. É um clube ligado à máquina, o que torna as coisas mais difíceis. O Derlei era um grande jogador, o Nuno Valente, o Helton, até o Carlão. Passaram por Leiria fantásticos jogadores. E fizeram-se em Leiria grandes treinadores, custe o que custar aos meus críticos, que são sempre os mesmos à mesa do café, porque frontalmente não me enfrentam. Custa-lhes muito ter apostado em José Mourinho, ter relançado o Jorge Jesus que estava parado há dois anos, ter optado pelo Domingos, que o primeiro clube que treinou foi a União. Esses três treinadores e o Paulo Duarte foram os melhores que passaram por Leiria.

Tem olho para os treinadores...
Olhe, hoje (ontem), já temos novo treinador. É o José Dominguez, que vai ter como adjunto o Oceano.

E o que viu no Dominguez? É o trabalho que tem feito nos juniores?

Foi o que vi nos outros: é um homem do futebol. Temo-nos dado bem com pessoas com essas características, basicamente antigos atletas. O José Mourinho é uma excepção, mas o pai foi treinador.

Significa que se vai reforçar a aposta em jovens oriundos da formação?

Não me meto nisso. Não quero que os treinadores possam dizer que foi o presidente que disse para jogar A, B, C ou D. Nunca o fiz e nunca farei.

E Manuel Cajuda?
Infelizmente a época estava a correr mal, mas todos somos culpados. Começou logo com o mau planeamento da época, em que facilitei. Entreguei o planeamento por falta de tempo, porque a minha vida é mais no estrangeiro do que em Portugal. Contrariamente ao que as pessoas pensam, não estou agarrado ao poder e fi-lo para começar a passar a responsabilidade. Dei-me mal, mas também podia ter acontecido comigo.

O problema está no plantel?
Houve uma mudança quase completa. É quase todo novo e isso faz mossa, apesar de serem grandes profissionais.

Foi só isso?
As arbitragens já nos tiraram à volta de 15 pontos. Uma coisa que aprendi é que não basta ter uma grande equipa. O homem de preto é que manda e os fiscais-de-linha ainda mandam mais do que o homem de preto. Há um lance capital, erram e já não há nada a fazer. Depois há outros problemas inerentes. Todos os dias há processos, há jornalistas que passam o dia à porta do tribunal à espera que entrem processos à União de Leiria. Tudo isto desestabiliza...

É por sua causa que são poucas as pessoas a assistir aos jogos da União de Leiria?
Custa às pessoas que José Mourinho tenha dito que os melhores presidentes que teve foi o Pinto da Costa e o João Bartolomeu. As pessoas de Leiria são invejosas. Eu não sou de Leiria, sabe? Sou do concelho de Porto de Mós, mas vim para aqui estudar com 10 anos. E como eu, milhares . Já me disseram para desistir, porque são sempre os mesmos a ir à bola. Leiria é uma cidade egoísta, as pessoas não são de cá e nunca se fidelizarão.

Quais são os melhores negócios que fez?
A União de Leiria tem feito bons negócios. Fomos felizes nas contratações e na altura os negócios tinham outros valores. O Derlei foi bom, o Helton e o Éder Gaúcho também...

Também vendeu o Tahar para o Benfica...

Sim, mas o Benfica paga sempre pouco, quem pagava bem era o FC Porto. Mas como não damos comissões, optam agora por ir buscá-los fora ou a custo zero.

As relações com o FC Porto não estão boas...

O futebol é mesmo assim. Zanguei-me com o FC Porto, agora estou zangado outra vez. Dou-me bem com o Benfica, mas também já nos zangámos. Todos os dias cometemos erros e eles também cometem.

E com Raul Castro?
Não é boa nem má, não falo com ele há meses e nem sequer o vejo. O Raul Castro foi presidente do Conselho Fiscal da União de Leiria durante oito anos, tratamo--nos por tu, mas desde que ele tomou posse só estive uma ou duas vezes com ele. Mas posso dizer que o presidente da Câmara deixou-se enganar pelo vereador Martinho.

O que acha dele?

Foi o pior vereador do Desporto que passou por Leiria e é difícil passar um pior.
in jornal de Leiria 15-3-2012
Textos: Miguel Sampaio com João Nazário
Fotos: Ricardo Graça

quarta-feira, 14 de março de 2012

Tiago Vicente é o novo treinador dos Juniores da UD Leiria

O técnico Tiago Vicente que até ao momento comandava a formação de iniciados da União Desportiva de Leiria, com a subida de José Dominguez para os seniores, passará a orientar a equipa de Juniores da União Desportiva de Leiria, actualmente a disputar a Fase Final do nacional da categoria.

sábado, 3 de março de 2012

Juniores : UD Leiria goleada na visita ao Nacional da Madeira

4ªJornada - 2ªFase - Campeonato Nacional/Juniores
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Resultados:
SC Braga 3 - Sporting 1
Nacional 4 - UD Leiria 1
SL Benfica 2 - V.Guimarães 1
V.Setúbal 1 - FC Porto 2
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Classificação:
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Próxima Jornada 10-3-2012
V.Guimarães - V.Setúbal
UD Leiria - SL Benfica
SC Braga - Nacional
Sporting - FC Porto

quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012

UD Leiria frágil frente a forte Sporting

2ªJornada - 2ªFase - Campeonato Nacional/Juniores
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Resultados:
SL Benfica 2 - V.Setúbal 0
UD Leiria 1 - Sporting CP 4
SC Braga 4 - V.Guimarães 0
Nacional 2 - FC Porto 1
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Classificação:
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Próxima Jornada 25-2-2012
FC Porto - SL Benfica
Sporting - V.Setúbal
UD Leiria - SC Braga
V.Guimarães - Nacional

Juniores : Leões esfomeados devoram frágil União

 ASSISTÊNCIA: Cerca de 300 espectadores.
ACADEMIA UDL, SANTA EUFÉMIA
ÁRBITROS: Hélder Pardal (AF Santarém),auxiliado por Rui Cabeleira e Diogo Vicente.


UD Leiria 1 :
TREINADOR: José Dominguez
João Monteiro; Pedro Almeida, Miguel Rodrigues, Pedro Torrado, Rui Bento; Eustáquio, Marco Grilo (Hugo Sardão, 82m), Filipe Olvieira, Gui Matos, Pepo (João Delgado, int.) e Carlos Daniel (Dani, int.).
SUPLENTES: Wilson, Rafael Ramalho, Tiago Esgaio, Simão Miranda.

Sporting 4 :
TREINADOR: Abel Ferreira.
Rafael Veloso; Edgar Ié, Tiago Ilori, Michael Pinto; João Mário, Bruma, Chaby, Mateus Fonseca (Alex Cortez, 74m), Altair Júnior (Gael Etock, 60m) e Mané (Agostinho Cá, 64m).

SUPLENTES: Mickael Júnior, Tobias Figueiredo, Rodolfo Simões, Farley Rosa.


AO INTERVALO 0-1
GOLOS: 0-1, Mané (31m); 0-2, Mané (55m); 0-3 Chaby (61m); 1-3, Filipe Oliveira (79m); 1-4, Bruma (83m).
ACÇÃO DISCIPLINAR: Marco Grilo (38m), Ricardo Esgaio (53m).

Em jogo a contar para a 2ªa jornada da fase de apuramento de campeão no escalão de juniores, a União de Leiria não teve argumentos para contrariar um Sporting demasiado forte. Os leirienses, que vinham de um bom resultado em Guimarães (3-3), tinham expectativas de bater pé a um leão 'ferido' pela derrota da primeira jornada aos pés do Benfica. Cedo se percebeu como seria a toada do jogo: o Sporting a dominar em toda a linha e a ter a posse de bola, enquanto os leirienses apostavam num bloco baixo e em transições rápidas para o ataque. No entanto, os primeiros 20 minutos de jogo foram um autêntico marasmo em termos de ideias e de jogadas ofensivas para ambas as partes. Os leões só acordariam à passagem do minuto 23 quando o central Edgar Ié aproveitou uma série de ressaltos à entrada da área leiriense para surgir na cara de Monteiro que realizou uma boa defesa evitando o golo inaugural da partida. Estava dado o aviso para o que aconteceria ao minuto 31 com os jogadores leoninos a trocarem bem a bola no centro do terreno até Mané aparecer em boa posição para desfeitear o guarda-redes da casa. O único sinal de perigo da União foi dado aos 35 minutos e através de um livre directo de Gui Matos que atirou para boa defesa de Veloso. Ficavam assim concluídos os primeiros 45 minutos de futebol nem sempre bem jogado, em que as oportunidades de golo escassearam e a União de Leiria não conseguia chegar com perigo junto da baliza contrária.
A perder, os leirienses entraram para o segundo tempo mais 'mandões', ao que o Sporting respondeu com classe e eficácia. Aos 55 minutos, Mané bisou na partida ao aparecer solto na área e a cabecear para o golo após cruzamento de Altaír Júnior. Seis minutos depois, os leões deram a estocada final na partida com Chaby a marcar um grande golo com um remate à entrada da área após um bom trabalho individual de Bruma. A reacção leiriense não se fez esperar. Primeiro foi Marco Grilo a atirar pouco ao lado da baliza de Veloso na marcação de um livre e, aos 79 minutos, foi a vez de Filipe Oliveira protagonizar o momento da tarde num espectacular remate a 30 metros da baliza, com a bola a entrar na 'gaveta'. Um minuto depois a esperança leiriense na reviravolta esbarrou no poste da baliza leonina após remate de João Delgado. Contra a corrente do jogo, o Sporting sentenciou a partida aos 83 minutos, com Bruma a encostar ao segundo poste após cruzamento da esquerda de Etock.
Resultado demasiado pesado para os leirienses, cuja táctica de contenção não resultou, enquanto os leões foram pragmáticos e justificaram plenamente os três pontos.
Boa arbitragem do trio liderado por Hélder Pardal.

José Roque - Diário de Leiria

Vitória ao cair do pano

Jogo disputado na Academia de Futebol da U. de Leiria.
Assistência: cerca de 120 espectadores.
Árbitro: Tiago Antunes (AF de Coimbra).
Árbitros assistentes: Marco Silva e António Lopes.

UD Leiria 2Treinador: Tiago Vicente
João Pedro; Francisco (Portela, int), Dénis (cap.), Migas e Agostinho; Izata; Cajó e Afonso; Pê, Sousa (Pimentel, 64) e Renato (Ricardo Soares, 70+2) e Ricardo Soares (Renato, int.); Pê, Portela e Sousa.
Jogadores não utilizados: Dinis, Kiko e Josué.

Santa Clara 1Treinador: Hélio Oliveira.
Rodolfo; Miguel, Rodrigo, Cláudio e Fábio (Marques, int.); Oliveira; Furtado, Diogo (Filipe, 70) e Luís (Machado, 60); Rodrigues (cap.) e Prenda.
Jogador não utilizado: Medeiros.

Ao intervalo: 0-1.
Golos: 0-1, por Dénis (p.b), aos 13 minutos; 1-1, por Dénis, aos 57 minutos; 2-1, por Agostinho, 70+1.
Acção disciplinar: cartão amarelo a Miguel (30 e 43), Sousa (43) e Marques (47). Cartão vermelho, por acumulação de amarelos a Miguel (43).

Com o seleccionador Emílio Peixe a assistir ao jogo que considerou bem disputado e com muito intensidade, a União só conseguiu averbar os três pontos já no período extra dado pelo árbitro.
O equilíbrio foi a nota dominante nos minutos iniciais, embora a União revelasse alguma supremacia em termos ofensivos, com mais posse de bola, que lhe valeu dois cantos.
Contudo, aos 13 minutos num livre para a equipa visitante, Dénis ao tentar passar a bola a João Pedro, introduziu a bola na sua própria baliza, apetecendo dizer que no melhor pano cai a nódoa.
Os leirienses reagiram e Cajó aos 19 minutos, também no seguimento de um livre cabeceou por cima da barra. Com Pê em bom plano a criar perigo pela direita, por duas vezes solicitou Dénis e Sousa que não conseguiram bater Rodolfo. A equipa de Tiago Vicente foi para o intervalo injustamente a perder.
No segundo tempo a União entrou pressionante, beneficiou de vários cantos e de um livre perigoso. Até que aos 42 minutos Afonso na marcação de um penálti – mão de um defensor sem a devida admoestação com amarelo – proporcionou a defesa a Rodolfo.
Um minuto depois Miguel viu o segundo amarelo e o consequente vermelho que deixou a sua equipa mais debilitada.
O jogo sé teve sentido único, excepto dois livres para os açoreanos que Izata cabeceou a bola para longe.
Pê que foi o melhor jogador unionista, dividindo ‘o prémio do melhor em campo’ com Cláudio do Santa Clara, foi um quebra-cabeças para a defesa da casa não obstante ter actuado grande parte do jogo mais recuado. Esteve no golo do empate onde enviou a bola ao poste e Dénis finalizou redimindo-se da infelicidade do primeiro tempo.
Mas quem porfia mata caça e no primeiro minuto extra dos cinco dados pelo árbitro, Agostinho, muito oportuno alcançou o golo da vitória justíssima.
Arbitragem irregular.
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O que disseram os treinadores:
Tiago Vicente (U. de Leiria): "Não estivemos ao nosso melhor nível mas vencemos com justiça. Tivemos dificuldadeem nos adaptarmos à agressividade do nosso adversário, mas o nosso êxito não
merece contestação', remata.
Hélio Oliveira (Santa Clara): "Demonstrámos ser uma equipa mais organizada que a União. A nossa estratégia passava por dar o domínio do jogo ao adversário e depois procurar marcar. A expulsão condicionou a nossa equipa.

Tuna Caranguejeiro - Diário de Leiria

segunda-feira, 20 de fevereiro de 2012

AC Marinhense venceu derby distrital

Parque de Jogos Fonte da Senhora
Árbitro: Armando Branco (AF Lisboa)

Beneditense (0) : Diogo Soares; Ricardo, Rodrigo, Bruno Oliveira, Danny (Hugo 65`); Batuto (Dimas 45`), Dário Catarino, Miguel Pinheiro (Twix 35`); Nélson, Pimenta e Davide Gonçalves
Suplentes não utilizados: Galinha, Samuel, Tiago Garcia, Calado
Treinador: Mauro Pulquério

AC Marinhense (3): Pedro Duarte; Fred, Fábio, Falé, Dárcio; Moita I, Tymy (Gonçalo 86`); Dady, Ricardo (Cruz 90+2`), Nélson (Amaro 79`); Ely
Suplentes não utilizados: Carlos, Moita II, Índio, Cardeira
Treinador: Marco Aurélio

Intervalo: 0-2

Marcadores: Tymy (25`); Ricardo (44` e 58`)
Disciplina: Cartão Amarelo: Nélson (43`); Batuto (45+1`); Caracol (57`); Ely (64`); Dárcio (79`); Twix 82`); Cartão Vermelho: Twix (82`, acumulação)

Numa altura em que nos aproximamos da recta final da primeira fase do Campeonato Nacional da 3ª Divisão, Série D, a equipa do Beneditense recebeu a sua congénere Marinhense, sofrendo uma pesada derrota de três golos sem resposta. Esperava-se uma partida equilibrada, entre duas equipas muito próximas na classificação (três pontos de vantagem antes deste jogo para o Beneditense, embora com menos uma partida disputada). Quando a formação marinhense inaugurou a marcador, tinham passado 25 minutos do apito inicial do árbitro, nenhuma das equipas se estava a superiorizar à outra. Tymy recebe um passe para as costas da defensiva beneditense, e à saída de Diogo finaliza com um bonito chapéu. Acusou o golo a formação da casa, nunca conseguindo libertar-se e praticar o seu melhor futebol. O Marinhense, equipa de processos muito simples, muito bem comandada pelo seu playmaker, Ricardo Fernandes (jogador que completou a sua formação no Sporting e no Chelsea), acabou por ampliar o marcador ainda antes do intervalo: Ricardo Fernandes isolou-se perante Diogo Soares, tirou o guardião beneditense da jogada, rematou para a baliza, Bruno Oliveira ainda toca a bola, mas não consegue evitar o 2º golo dos forasteiros. Vantagem justa ao intervalo.
As expectativas para a 2ª parte não eram as mais animadoras para a equipa caseira, sobretudo pela falta de concentração que a equipa demonstrava. Incapaz de criar situações que colocassem verdadeiramente em perigo a baliza do experiente Pedro Duarte. Assim não surpreendeu que, aos 58 minutos o Marinhense fizesse o seu 3º golo no encontro. Um lance que ilustra bem aquilo que foi o jogo da equipa caseira, com um enorme défice nos níveis de concentração. A bola chega a Dady que coloca por alto no 2º poste onde Ely serve, tranquilamente, de cabeça, para a entrada da pequena área onde aparece Ricardo a finalizar com facilidade, bisando na partida. Resultado completamente ajustado ao que se passou ao longo dos 90 minutos de jogo, castigando uma apatia pouco habitual nesta equipa do Beneditense. Nota positiva para o árbitro, apesar de ter existido um ou outro lance mais duvidoso.

Tiago Couto

sábado, 18 de fevereiro de 2012

UD Leiria empata em Guimarães na 1ªJornada da Fase Final do Campeonato de Juniores

1ªJornada - 2ªFase - Campeonato Nacional/Juniores
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Resultados:
Sporting CP 2 - SL Benfica 3
Guimarães 3 - UD Leiria 3(Guilherme Matos, Marco Grilo e Filipe Oliveira)
FC Porto 1 - SC Braga 2
V.Setúbal 1 - Nacional 1
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Classificação:
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Próxima Jornada 21-2-2012
SL Benfica - V.Setúbal
UD Leiria - Sporting CP
SC Braga - V.Guimarães
Nacional - FC Porto

sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012

Bruno Novo (GC Alcobaça) marca na vitória de Portugal frente à Polónia

Começou bem a entrada da seleção portuguesa na Taça Europeia de futebol de praia, que arrancou hoje, sexta-feira, em Moscovo.
A equipa das quinas ganhou 5-3, numa partida que acabou há instantes.
Os golos do encontro de hoje foram marcados por Madjer (2), Torres, Paulo Graça (guarda-redes) e Bruno Novo, jogador natural da Nazaré.
Atuaram na seleção das equipas outros três atletas da região: João Carlos Delgado, Jordan Santos e Lúcio Carmo.
Amanhã, a seleção nacional joga frente à Suíça, pelas 11h30 (hora de Portugal) e o vencedor irá disputar a final da Taça Europeia de 2012, na modalidade

Região de Leiria

terça-feira, 7 de fevereiro de 2012

Diogo Izata convocado para a Selecção Nacional de Sub-15

Diogo Izata, jogador dos Iniciados A da  União Desportiva de Leiria,  foi convocado pelo Seleccionador Nacional Rui Caçador para um estágio de preparação a ter lugar no próximo fim de semana dias 11 e 12 de Fevereiro.

Iniciados: Marrazes venceu derby distrital


Jogo disputado na Aldeia do Desporto, em Marrazes.
Árbitro: Fábio Piló (AF de Leiria).
Árbitros assistentes: Bruno Vicente e Eloísa Pedrosa.

SCL Marrazes 3Treinador: Bruno Veloso.
Rui; Bernas (Goucha, 69) Zé Miguel (Paulito, ao int.), Edu (Francisco, 55) e Matos; Gabi, Xico (cap.) e Mónico; Quiaios (Pedro, int.), Lucas e Alex. int.).
Jogadores não utilizados: David, Rafa e Afonso .

AC Marinhense 1Treinador: Luciano Silva.
Manuel; Álvaro (Ricardo, int.), José Ricardo (cap.), Diogo Vicente e Tiago Letra; Bernardo; João Duarte (André Gil, 50), Raul (Vieira, int.) e Veloso (Coelho, 50); António (Bruno Capistano, int.)
Jogadores não utilizados: Leandro e Miguel Gil .

Ao intervalo: 1-0.
Golos: 1-0, por Xico, ao sete minutos (g.p.); 2-0, por Alex, aos Francisco, aos 45 minutos; 2-1, por Bruno Capistano, aos 49 minutos; 3-1, por Alex, aos 65 minutos.
Acção disciplinar: cartão amarelo a Diogo Vicente (7), Tiago Letra (51), Bernas (68) e Xico (69). Cartão vermelho a Diogo Vicente (32) por acumulação de amarelos.

O Marrazes entrou bem no jogo com todos os seus jogadores s fazerem boa circulação de bola, enquanto o Marinhense procurava o futebol mais directo. Aos sete minutos Diogo Vicente cometeu falta para o castigo máximo que Xico concretiza, inaugurando o marcador.
Porém, o Marinhense não ‘baixou os braços’ reagiu e aos 13 minutos num livre perigoso o remate final saiu fraco e Rui defendeu sem dificuldade. Mas aos 20 minutos, Godinho de cabeça enviou a bola à barra adversária e seria a equipa de Luciano Silva a criar dois lances de perigo com Duarte a rematar e a bola a roçar a barra de Rui. Godinho também a chance de empatar o jogo.
No segundo tempo Alex, que viria a bisar, de longe rematou e Manuel muito infeliz deixou escapar a bola para além do risco de baliza. O vento que soprava não ajudou o jovem atleta.
O Marinhense inconformado fez o 2-1 por Capistano que num chapéu, de cabeça, bateu Rui depois de alguma hesitação do último reduto da casa.
Até que aos 65 minutos numa jogada de ataque dos anfitriões, a bola é rematada com força ao baixo ventre do capitão José Ricardo. O jovem fica a contorcer-se deitado no relvado e o jogo não é interrompido. O Marrazes fez o 3-1. Houve muitos protestos, designadamente pelos adeptos do clube visitante e depois já não aconteceram jogadas de perigo em ambas as áreas.
A arbitragem não teve trabalho facilitado por alguns jovens atletas. Cometeu alguns erros mas não foi por culpa dele que os donos da casa venceram o jogo.

Tuna Caranguejeiro - Diário de Leiria

segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012

UD Leiria inicia 2ªFase do nacional de Juniores em Guimarães

Foi esta tarde realizado o sorteio da 2ª Fase do Nacional de Juniores, à equipa Unionista coube em sorte iniciar o apuramento de campeão em Guimarães, defrontando o Vitória S.C. no próximo Sabado dia 18 de Fevereiro.
Na segunda jornada á UD Leiria recebe na Academia na Terça feira de Carnaval dia 21, o Sporting C.P.
De referir ainda que o campeonato terminará no Centro de Estágios do Olival, dominio do F.C.Porto.

Aqui fica a matriz do sorteio:

APURAMENTO DE CAMPEÃO
1 - Vitória SC Guimarães
2 - SL Benfica
3 - UD Leiria
4 - Vitória FC Setúbal
5 - SC Braga
6 - FC Porto
7 - CD Nacional
8 - Sporting CP

TABELA
1ª Jornada (18 de Fevereiro de 2012): 1-3; 6-5; 4-7; 8-2;
2ª Jornada (21 de Fevereiro de 2012): 3-8; 5-1; 7-6; 2-4;
3ª Jornada (25 de Fevereiro de 2012): 3-5; 1-7; 6-2; 8-4;
4ª Jornada (03 de Março de 2012): 5-8; 7-3; 2-1; 4-6;
5ª Jornada (10 de Março de 2012): 5-7; 3-2; 1-4; 8-6;
6ª Jornada (17 de Março de 2012): 8-7; 2-5; 4-3; 6-1;
7ª Jornada (24 de Março de 2012): 7-2; 5-4; 3-6; 1-8.
(Jogos da 1ªvolta)
 
In UD Leiria Blog

Beneditense quase “apagou” a Tocha

Parque Jogos Fonte da Senhora
Árbitro: Paulo Barradas
Assistentes: Rui Oliveira e André Loução

Beneditense (2) : Diogo Soares; Rodrigo, Alex ( Twix 53`), Bruno Oliveira, Ricardo Cardoso; Dário Catarino, Miguel Pinheiro, Dimas (Danny 56`); Nélson, Pimenta, Calado (Davide Gonçalves 56`)
Suplentes não utilizados: Galinha, Batuto, Élio e Lucas Grilo
Treinador: Mauro Pulquério

UD Tocha (2) : Marcos; Ricardo (Curto 43`), Nicolas, Fernando, Rola; Miguel Cá, Litos, Gonçalo; Canas (Grou 79`), João Costa, Quim.
Suplentes não utilizados: Tiago Amaro, Castro, Romeira, Patrão e Veríssimo
Treinador: Cláudio Nuno

Intervalo: 0-1
Golos: Miguel Cá (3`); Canas (54`); Davide Gonçalves (84` e 90+3`)
Disciplina: Cartão amarelo para Gonçalo (30` e 90`); Ricardo Cardoso (48`); Nélson (57`); Marcos (89`); Grou (90+6`) Cartão vermelho: Gonçalo (90+6`- acumulação)

Depois de duas vitórias extremamente moralizadoras, sobre dois dos principais candidatos à subida de divisão, no seu reduto frente ao Benfica de Castelo Branco, e fora de portas, na Pampilhosa, a formação do Beneditense recebeu a Tocha, que ocupava a 1ª posição. O resultado saldou-se por um empate a dois golos, num jogo em que entraram melhor os forasteiros, como mostra o facto de terem inaugurado o marcador logo ao 3º minuto de jogo. Livre cobrado do lado direito do seu ataque para o 2º poste, Fernando amortece de cabeça para o coração da grande área onde aparece Miguel Cá a finalizar com tranquilidade. Entrava mal no jogo a equipa da casa, que se via a perder numa fase muito embrionária do encontro, o que a obrigava a correr atrás do prejuízo, o que raramente tem acontecido. O 1º lance que colocou em sentido as hostes forasteiras aconteceu à passagem do 13º minuto de jogo, quando Ricardo Cardoso cobra um canto da direita do ataque beneditense, para o 2º poste onde Rodrigo ganha nas alturas aos defensores contrários e obriga Marcos a brilhar. Chegou o intervalo, sem que o futebol apresentado por qualquer das equipas entusiasmasse, embora a Tocha estivesse a jogar de uma forma mais adulta, perante um Beneditense que ainda não tinha encontrado forma de contrariar a superior organização apresentada pelos forasteiros. Na 2ª parte, quando se esperava uma entrada forte dos locais, no sentido de anular a desvantagem, acaba por ser a equipa da Tocha a ampliar o marcador, volvidos apenas 8 minutos do reatar do encontro. Canas desmarca-se nas costas da defensiva do Beneditense e finaliza à saída de Diogo dos postes. Se já estava complicada a vida do Beneditense, este golo parecia a “machadada” final no objectivo de  pelo menos, conquistar um ponto neste jogo. Porém, o futebol é mesmo surpreendente, e o Beneditense acabou por conseguir reagir, já nos últimos 10 minutos, sendo esta reacção influenciada pelo “jogo dos bancos”, a entrada de Davide Gonçalves do lado do Beneditense, que acabou por marcar os 2 golos da sua equipa, e a saída de Canas nos forasteiros, que colocou em sentido os defensores beneditenses, durante o tempo que esteve em campo, com a sua velocidade e técnica a fazerem “estragos”. Reduziu, assim por intermédio de Davide Gonçalves, como atrás foi referido, num lance absolutamente espetacular, primeiro num passe de Dário por cima da defesa forasteira, que desmarca Caracol, que de primeira, com um chapéu absolutamente soberbo, coloca a bola no ângulo. Este golo foi o tónico que faltava, e a partir deste momento só deu Beneditense, que encostou a equipa da Tocha “às cordas”, acabando, com justiça, por chegar ao golo da igualdade, quando já se jogava o 3º minuto dos 6 que o árbitro deu. Pimenta cruza com conta, peso e medida para o coração da grande área adversária, onde Davide Gonçalves, novamente num gesto técnico perfeito cabeceia fora do alcance do guardião adversário. Resultado ajustado ao que se passou em campo, sobretudo depois da excelente reacção da equipa da casa. O árbitro teve uma actuação algo polémica, com os elementos da equipa caseira a reclamarem 2 grandes penalidades por assinalar a seu favor.

Tiago Couto - Desporto Leiria

domingo, 5 de fevereiro de 2012

17ªJornada - 3ªDivisão Nacional/Série D (2011-2012) - Seniores

Resultados:
Beneditense 2 - Tocha 2
Benfica Cast. Branco 2 - AC Marinhense 0
GD Peniche 1 - GC Alcobaça 0
AT.Riachense 4 - SCE Bombarralense 1
SC Pombal 1 - Pampilhosa 4
--
Classificação:
--
Próxima Jornada 12-2-2012
AC Marinhense - Tocha
GC Alcobaça - Benfica Cas. Branco
SCE Bombarralense - GD Peniche
Pampilhosa - Sourense
SC Pombal - Beneditense

sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012

Cristiana Garcia na Seleção A

O Seleccionador Nacional de Futebol Feminino, António Violante, divulgou esta sexta-feira a lista de convocadas para o encontro do Grupo 7 de qualificação para o Campeonato da Europa Suécia 2012 que a Selecção Nacional Feminina “A” vai disputar diante da Arménia, no dia 15 de Fevereiro, pelas 15h00, no Estádio Municipal do Cartaxo.
Entre as 18 convocadas por António Violante para o jogo com a Arménia destaca-se a centrocampista do G.D. A-dos-Francos, Cristiana Garcia, que poderá assim cumprir a sua primeira internacionalização ao servição da Selecção Nacional A Feminina.

Eis a lista de convocadas:
AR Jovem Mogege: Mélissa;
CD Universidad Alicante: Sofia Vieira;
Escola FC: Neide Simões;
Fundação D. Laura Santos Moimenta da Serra: Sílvia Rebelo;
GD A-dos-Francos: Cristiana Garcia;
Prainsa Zaragoza: Ana Borges e Cláudia Neto;
RCD Espanyol: Sónia Matias
SU 1º de Dezembro: Patrícia Morais;
SG Essen-Schönebeck: Ana Leite e Carole;
SS Lazio: Carla Couto;
UC Florida: Andrea Rodrigues
EU L’Estartit: Carolina Mendes;
UR Cadima: Tita;
UTB/TSC: Laura Luís;
Vilaverdense FC: Regina Pereira;
WNY Flash: Kimberly Brandão.

Programa:9 de Fevereiro de 2012 | Quinta-feira
14h45: Concentração das Jogadoras no Centro de Estágios de Rio Maior
17h30: Treino em Rio Maior
10 de Fevereiro de 2012 | Sexta-feira
10h00: Treino em Rio Maior
16h00: Treino em Rio Maior
11 de Fevereiro de 2012 | Sábado
10h00: Treino em Rio Maior
16h00: Treino em Rio Maior
12 de Fevereiro de 2012 | Domingo
10h00: Treino em Rio Maior
16h00: Treino em Rio Maior
13 de Fevereiro de 2012 | Segunda-feira
10h00: Treino em Rio Maior
- Partida para o Cartaxo (Hotel Quinta das Pratas)
14 de Fevereiro de 2012 | Terça-feira
10h00: Treino no Estádio Municipal do Cartaxo
15 de Fevereiro de 2012 | Quarta-feira
15h00: Jogo Portugal-Arménia no Estádio Municipal do Cartaxo

Gonçalo Ferreira

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012

O Região de Leiria entrou no balneário do FC "Os Belenenses"

O REGIÃO DE LEIRIA acompanhou a equipa da Marinha Grande num jogo do nacional. Fomos ao balneário, ouvimos a tática mas ficámos no banco e na bancada. A ver bom futebol à mistura com um toque feminino q.b.
“Ai se te pego” podia fazer-nos pensar que estaríamos no Santiago Barnabéu, em Madrid, mas é na Marinha Grande, no balneário da equipa feminina do Futebol Clube “Os Belenenses” que a música passa.
As atletas começam a equipar-se para o jogo com o Atlético Ouriense, a única equipa sem derrotas no campeonato nacional de promoção – o equivalente a liga Orangina – e ouvem música para descontrair. Entre pés ligados, camisolas de aquecimento e escolha de meias, entra em cena Sandra Ferreira, a treinadora.
Na parede está afixado o “onze” inicial e as movimentações para sistema ofensivo. Mas a palestra exige concentração. “Como jogadora, era destes jogos que eu gostava. Com boas equipas”, começa Sandra Ferreira a sua palestra. Durante 17 minutos motiva as jogadoras para mostrar dentro do campo o que valem, exige-lhes empenho. “São estes jogos que dão ‘pica’. E só quem for agressivo em campo é que ganha”.

Leia a reportagem completa na edição em papel de 3 de fevereiro de 2012

Sintético da Portela pronto mas à espera de ser pago

Apesar de já estar colocado, o Marinhense ainda não pode utilizar o relvado sintético do Campo da Portela de forma oficial, uma vez que a empresa que instalou o piso ainda não disponibilizou o certificado laboratorial, algo indispensável para a homolgação de recinto. E por que é que a empresa não o entregou? A SAD da União de Leiria, responsável pelo pagamento, fruto do protocolo de colaboração que fez com a Câmara da Marinha Grande, ainda não terá pago as tranches de Dezembro e Janeiro.
No início da temporada 2011-2012, a SAD da União de Leiria e a autarquia da Marinha Grande chegaram a acordo. A equipa de futebol profissional disputava os seus jogos no Estádio Municipal da Marinha Grande e, como forma de compensação, pagava a colocação de três sintéticos no concelho ao ritmo de um por ano. No primeiro ano seria no Campo da Portela, casa do Marinhense, no segundo seria "Os Vidreiros" a associação que beneficiaria do protocolo e no terceiro o CD Garcia. Seis meses depois, nem tudo corre bem. É verdade que o relvado artificial já está colocado no Campo da Portela. No entanto, ainda não é possível a realização de jogos oficiais. É que a empresa que instalou o piso ainda não entregou ao clube liderado por José Robalo o certificado laboratorial, documento absolutamente indispensável para a homolgação do campo. Ao que o JORNAL DE LEIRIA apurou, a verba já paga pela sociedade anónima da União de Leiria não chegará aos 30% do custo total.
Álvaro Pereira, presidente da Cãmara Municipal da Marinha Grande, disse que João Bartolomeu, líder da SAD, lhe "garantiu que tudo ficaria resolvido até final da semana"."Nós também queremos ver a situação resolvida", adianta o autarca. "Era suposto tudo estar pronto em Agosto e temos sido benevolentes, porque também percebemos que é necessário pagar os ordenados aos jogadores. Mas a SAD também tem de cumprir as suas obrigações com a Câmara e com o Marinhense". E foi mais longe. "É importante não esquecer que foi protocolado que o segundo sintético teria de estar pronto em Agosto deste ano e nós queremos que esteja, de facto, pronto", concluiu. João Bartolomeu garantiu ao JORNAL DE LEIRIA que o assunto está a ser tratado.

Miguel Samapaio , Jornal de Leiria, 2 Fevereiro de 2011

terça-feira, 31 de janeiro de 2012

Vitória da equipa mais eficaz

Campo da Lagoa, Casal dos Claros, Amor
Árbitro: Bruno Linhares, da AF Porto, auxiliado por André Ribeiro e Ricardo Ferreira

AC Marinhense (1): Pedro Duarte (cap.), Fred, César Índio, Falé (Nélson, 74m), Videira, Fábio (Gonçalo, 74m), Dady, Dércio Feliciano, Moita, Ely e Amaro (Cardeira, 82m).
Suplentes: Carlos, Cruz, Héber e Timmie.
Treinador: Marco Aurélio

GD Peniche (2) : Marco, Edilson, Paulo, Rui, Rui João, João Silva (Bruno Vitorino, 60m), André Perre, Tiago (Marcos, 82m), Silva (Cap.), João Nuno e Leandro (David, 80m).
Suplentes: João Miguel, Jonatan, Paulinho e Motinha.
Treinador: Vasco Oliveira

Ao intervalo: 0-0.
Golos: : 0-1 João Silva (aos 39 min.) ; 0-2 Paulo (aos 73 min.) ; 1-2 Ely (aos 90+3 min.).
Acção Disciplinar: Amarelos a Fábio (15 min.), Leandro (26 min.), Rui João (35 min.), Falé (45 min.), Silva (51 min.), Bruno Vitorino (aos 68 min.), Videira (aos 71 min.), César Indio (90+1 min.), Moita (90+2 min.), Rui (aos 90+3) e Paulo (já com o jogo terminado).

Em consequência da UD Leiria jogar na Marinha Grande, o AC Marinhense, recebeu em Casal do Claros (Amor), o GD Peniche para mais uma jornada da 3ª Divisão Nacional/Série D.
O jogo começou animado, e embora sem oportunidades de golo de lado a lado, o ritmo de jogo era vivo, com poucas pausas e muita luta a meio campo, mas sem que qualquer das equipa se conseguisse superiorizar a outra. Enquanto o GD Peniche procurava mais o ataque contínuo, o AC Marinhense
procurava apanhar o adversário em contra-golpe, e aproveitar a velocidade de Ely e de Dady. Sem grandes ocasiões de perigo até aí, aos 39 minutos o GD Peniche vai chegar a vantagem, num lance de pura ingenuidade da equipa comandada por Marco Aurélio, que fica a reclamar com o árbitro uma possível infracção dos homens do GD Peniche. Estes, rápidos, fazem chegar a bola a Tiago, que bem posicionado à entrada da área faz o 0-1.
Na segunda parte, o AC Marinhense entra melhor no jogo, e rapidamente toma conta da partida, perante um GD Peniche que cada vez foi recuando no terreno e procurando agora explorar rápidos contraataques. O AC Marinhense, tem boas oportunidades de golo, primeiro por Dady, e depois em duas ocasiões por Amaro, mas a bola teima em não entrar. E como é bem certo no futebol, quem não marca sofre, foi o que aconteceu. Aos 73 minutos, contra-ataque rápido do GD Peniche, com Silva completamente isolado a permitir a defesa a Pedro Duarte para canto. Na sequência do canto, a bola atravessou toda a pequena área e a sobrar para Paulo, que só teve que encostar e fazer o 0-2. A perder por 0-2, e a faltarem apenas 17 minutos para o final, o AC Marinhense passou a arriscar mais, o que permitiu alguns contra-ataques perigosos para o GD Peniche. Mesmo em cima do apito final, o AC Marinhense vai conseguir reduzir a desvantagem, com Ely a aproveitar uma bola
perdida a entrada da área do GD Peniche, e num belo remate a não dar hipóteses a Marco e a fazer o resultado final. Vitória da equipa mais eficaz, perante um AC Marinhense que fez pela vida, mas que “esbarrou” quase sempre na maior maturidade e experiência
do GD Peniche.

A opinião dos treinadores
Marco Aurélio (AC Marinhense):
“Acho que o resultado é injusto para a minha equipa pelo que fez ao longo dos 90 minutos. Na primeira parte sofremos um golo quando nada o fazia prever, num lance de muita infantilidade. Na segunda parte, fomos para cima do Peniche, e num lance de contra-ataque sofremos o segundo golo. Quanto ao resto do campeonato, vamos continuar a lutar pelo objectivo a que se propusemos, que é não descer de divisão”.
Vasco Oliveira (GD Peniche):
“Resultado justíssimo, pelo que as equipas produziram, pena foi aquele golo que sofremos já para lá dos 90 minutos. Quanto ao campeonato, vamos continuar a lutar pelos seis primeiros lugares e por um lugar de destaque neste campeonato”.

Zé Simões é o novo treinador do Caldas Sport Clube

Depois da demissão de Gila do comando técnico do Caldas, o clube informa hoje na sua página oficial que Zé Simões, é o novo treinador da equipa, tendo como adjunto Marco Conchinha. O clube informa ainda, que decorrem ainda negociações de forma a encontrar mais um elemento para a equipa técnica.

III Divisão vai acabar

O vice-presidente da Federação Portuguesa de Futebol (FPF) Rui Manhoso confirmou nesta terça-feira que a reestruturação dos campeonatos da segunda e da terceira divisão se encontra numa fase adiantada.
“A reestruturação encontra-se numa fase adiantada. Apresentámos um projecto de trabalho para que, na próxima época, se registe uma transição clara e que não levante dúvidas”, disse o dirigente ao sítio oficial da FPF.
Rui Manhoso revelou que, de acordo com o que foi aprovado em Assembleia Geral, a III Divisão irá terminar e será regulamentado um novo modelo que, “obrigatoriamente”, irá demorar uma época a ser implementado.
O dirigente federativo quer ver a actual segunda divisão com uma outra imagem e uma maior visibilidade, não colocando de parte a atribuição de uma nova denominação.
“Passará a ser o principal campeonato da FPF e queremos que se torne uma competição mais atractiva. Não fará sentido catalogar a prova como de primeira, segunda ou terceira, quando será a única competição de seniores masculinos organizada pela FPF”, defendeu o vice-presidente para o Associativismo e Competições Não Profissionais.
Atendendo às dificuldades actuais, Rui Manhoso admite que a competição, num primeiro momento, possa ser disputada num âmbito mais regional, cortando assim nas despesas dos clubes com deslocações e transportes.
“A nossa proposta vai no sentido de criar oito séries de 10 equipas”, prosseguiu, indicando que, numa segunda fase, entrarão os dois primeiros de cada série para uma grande fase final com duas séries de oito equipas: “Os primeiros classificados de cada série disputarão o título de Campeão, enquanto os segundos disputarão o acesso à Liga de Honra”.
Sobre a fase de descida, elucidou que os últimos dois classificados das oito séries descem automaticamente de divisão.
“Dessa forma, descem 16 equipas - os outros quatro, que descerão de divisão, serão encontrados numa competição disputada entre os oito sextos classificados de cada série”, acrescentou.
Rui Manhoso defendeu que, tratando-se de uma competição nacional, deve subir para o campeonato um clube de cada região, ou seja, os 18 campeões distritais do continente, o da Madeira e o dos Açores.

in Público

Gila demitiu-se do Caldas SC

Está assim encerrado um ciclo de quase quatros anos, em que Virgílio Nascimento, mais conhecido por Gila esteve à frente do Caldas Sport Clube. Gila destacou-se a época passada ao realizar uma grande época na liderança da equipa caldense e fez regressar o histórico clube das Caldas da Rainha à 2ª Divisão Zona Sul, mas este ano tudo correu mal, com a equipa a não conseguir os resultados esperados, e o treinador deixa a equipa neste momento quando estão jogadas 17 jornadas no último lugar, com 9 pontos, “fruto” de 2 vitórias, 3 empates e 12 derrotas, marcaram apenas 8 golos e já sofreram 29. À semelhança de Gila, também toda a restante equipa técnica composta prof. José Vala, Nuno Ferreira e Marco Custódio pediu a demissão.
A direcção do Caldas SC agradeceu em comunicado o serviço prestado por Gila e a sua equipa técnica ao clube. Leio abaixo o comunicado na íntegra:

” O técnico Gila e a restante equipa técnica composta pelo prof. José Vala, Nuno Ferreira e Marco Custódio demitiram-se hoje do comando técnico da equipa sénior do Caldas Sport Clube.
Encerrou-se, assim, um ciclo de quase 4 anos que fica marcado pelo título de campeão nacional da série E da III Divisão na época 2010/2011 e que permitiu ao clube regressar à II Divisão.
Regresso esse que, no entanto, não foi o melhor ao nível de resultados o que motivou a saída dos técnicos à 2ª jornada da 2ª volta do campeonato. Ao Gila ao Zé Vala, ao Ferreira e ao Marco Custódio, a Direcção agradece tudo quanto ao longo deste tempo deram ao serviço do Caldas SC, muitas das vezes em condições adversas, os quais contribuíram dentro das suas competências para termos hoje um clube melhor. ”

domingo, 29 de janeiro de 2012

Beneditense ” rouba” liderança ao Pampilhosa

Campo Carlos Duarte, em Pampilhosa do Betão
Árbitro: Aurélio Afonso (AF.Lisboa)

Pampilhosa: Micael (Rafael, 34′), Sarmento, Galvão, Rúben, Ricardo, Sérgio Grilo, Nuno Pedro (Serrão, 41′), Marito, André Gonçalo, Leandro e Aidos (Diogo, 45′)
Treinador: Fernando Niza

Beneditense: Diogo Soares; Rodrigo, Alex, Bruno Oliveira e Ricardo Cardoso; Dário (Batuto, 77′)o’), Miguel Pinheiro e Pimenta; Calado (David Gonçalves, 72′), Dimas e Nélson
Treinador: Mauro Pulquério

Ao intervalo: 0-1
Marcadores: Calado (27’)
Acção disciplinar: Amarelo a Ricardo Cardoso (42′), Miguel Pinheiro (44′) e Rodrigo (49’)

O Beneditense deslocou-se ao reduto do Pampilhosa, líder do campeonato, e trouxe os três pontos na bagagem. Foi uma vitória que acaba por aceitar-se, perante um conjunto da Pampilhosa do Betão que jogou sempre mais com o coração do que com a cabeça.
O Pampilhosa apenas incomodou verdadeiramente o último reduto do Beneditense no segundo tempo, mas Diogo Soares manteve sempre as redes invioladas
O Beneditense foi a primeira equipa a criar perigo, mas Calado rematou por cima, após cruzamento de Nélson.
O golo do conjunto de Mauro Pulquério surgiu ao minuto 27, com Calado a não vacilar perante o guarda-redes Micael, que na última época representou o Recreio Pedroguense da Divisão de Honra da AF.Leiria.
Até ao intervalo não se registou nenhuma situação de perigo, apenas a salientar a lesão de Micael, guarda-redes do Pampilhosa, entrando para o seu lugar o jovem Rafael.
No segundo tempo o conjunto de Fernando Niza entrou a todo gás e André Gonçalo obriga Diogo Soares a grande defesa.
Aos quinze minutos da segunda parte, boa oportunidade para os visitantes, mas Rafael efetuou duas espetaculares defesas e evitou o 2-0. Dois minutos depois, é Sarmento a fazer brilhar novamente Diogo Soares.
Até final o Pampilhosa, mais com o coração do que com a cabeça tentou anular a desvantagem, mas sem sucesso. O Beneditense foi sempre uma equipa muito solidária no setor defensivo e com olho no contra-ataque que por vezes apanhou desprevenida a defensiva local, contudo o resultado não se alterou.
Boa arbitragem de Aurélio Afonso.

Cid Ramos - O Derbie

sexta-feira, 27 de janeiro de 2012

AC Marinhense e CA Riachense empatam a uma bola

Jogo da 15ªJornada da 3ªDivisão Nacional/Série D

Estádio Municipal da Marinha Grande

Árbitro: António Matias, do CA Portalegre, auxiliado por Manuel Azeitona e Daniel Pereira



AC Marinhense 1: Pedro Duarte (cap.), Fred, César Índio, Falé, Videira, Fábio, Cruz (Dady aos 30 min.), Moita, Ricardo Fernandes, Ely e Amaro (Nélson aos 72 min.)

Suplentes nãoutilizados : Carlos, Gonçalo, Miguel, Timmie, Cardeira

Treinador: Marco Aurélio

Adjunto: Nuno Silva

Delegado: Geraldes


CA Riachense 1: Ricardo, Zé Brites (Milú aos 55 min.), Gonçalo, Gameiro (Cap.), Rosa, Marco Gomes, Tiago Prates, Bruno Lemos, Ricardo Pires (Diogo Matias aos 72 min.), David (Daniel Pires aos 76 min.) e Pedro Graça

Suplentes não utilizados: Cláudio e Leandro

Treinador: Pedro Monserrate

Adjunto: Pedro Bouça

Delegado: Valter Inácio


Marcadores: 0-1 Pedro Graça (7 min.) ; 1-1 Dady (82 min.)



Acção Disciplinar: Amarelos Marco Gomes (20 min.) , Tiago Prates (26 min.) , Fred (35 min.) , Ricardo Pires (60 min.) , César Índio (83 min.) , Bruno Lemos (90 min. +1) , Daniel Pires (90 min. + 4) e Videira (90 min. + 5). Vermelho Directo Milú (62 min.).



Talvez por o jogo ser frente ao último classificado, que antes deste jogo apenas somava três pontos, ou por outro factor qualquer, o certo é que a equipa do AC Marinhense entrou relaxada neste jogo, e logo aos 7 minutos sofreu o primeiro dissabor. Rosa cruza bem da esquerda, e Pedro Graça de cabeça a dar o melhor seguimento á jogada e a fazer o 0-1 para o CA Riachense. E não tardou muito para o CA Riachense voltar a causar grande perigo. Aos 11 minutos, depois de um livre frontal, Ricardo Pires remata e a bola embate na poste direito da baliza de Pedro Duarte. Um minuto depois, novo lance de muito perigo para o CA Riachense, com Marco Gomes isolado na pequena área e a rematar ao lado.


Era um início completamente avassalador da equipa do CA Riachense, frente a uma equipa do AC Marinhense que tardava em se encontrar e que estava a perder muitas bolas na transição para o ataque, permitindo contra-golpes de muito perigo. Só com muita sorte e alguma falta de pontaria dos avançados do CA Riachense, é que o marcador não indicava outros números á passagem da meia hora.


Mas a partir daí, o Marinhense começa finalmente a encontrar-se, e com a entrada de Dady para o lado direito do meio-campo, a equipa do Marinhense começa a crescer. Amaro tem uma boa oportunidade para restabelecer o empate, mas falha o que parecia fácil.


A segunda parte começou como tinha acabado a primeira, o AC Marinhense a procurar tomar conta do jogo, perante um CA Riachense que procurava agora cada vez mais segurar a vantagem, e que cada vez mais recuava no terreno. Apesar do domínio, o AC Marinhense tinha dificuldades em conseguir penetrar na defesa do CA Riachense.


Até que aos 62 minutos, e depois de uma indicação do auxiliar, o árbitro da partida expulsa Milú, que tinha entrado 7 minutos antes, por uma eventual agressão a Moita. E se até aí o jogo, nesta 2ªparte, já era quase de sentido único, a partir daí intensificou-se, com o AC Marinhense a tentar chegar a igualdade, o que vai conseguir aos 82 minutos, num grande lance de Dady, que a entrada da área faz um chapéu perfeito a Ricardo.


Daqui até ao final do jogo o AC Marinhense ainda procurou chegar á vitória, mas fê-lo sempre com pouca racionalidade, perante uma equipa do CA Riachense que procurou “segurar” o precioso ponto, o que conseguiu.


O resultado final acaba por ser penalizador para o AC Marinhense, mas que só se pode queixar de si, e do péssimo início de partida que teve e é um prémio para o excelente inicio de jogo desta equipa de Riachos.


Quanto a arbitragem de António Matias, no plano técnico nada a apontar, no plano disciplinar fica a dúvida no lance da expulsão, e no geral foi muitas vezes permissivo com a tentativa de queimar tempo dos atletas do CA Riachense, mas diga-se a verdade foi um jogo onde os jogadores não facilitaram, sempre em constantes picardias.



A opinião dos treinadores :

Marco Aurélio (AC Marinhense): Tivemos uma abordagem péssima ao jogo, e demos meia-hora de avanço ao adversário, tempo no qual sofremos o golo. Com o golo, o adversário ganhou ânimo, e depois tivemos que correr atrás do “prejuízo”. Conseguimos chegar ao empate, mas se o tivéssemos feito antes, talvez conseguíssemos chegar á vitória

Pedro Monserrate (CA Riachense): O empate acaba por ser justo. Desperdiçamos bastantes oportunidades de golo nos primeiros minutos, e depois o AC Marinhense foi crescendo. A partir da expulsão as coisas ficaram mais difíceis. A expulsão foi mesmo a chave do jogo e penso que se não tem acontecido, poderíamos ter ganho. Resta-me enaltecer a boa atitude dos meus jogadores.

quarta-feira, 25 de janeiro de 2012

SMS da Bola

- O SC Pombal deveria jogar este fim-de-semana com o Crato, mas devido á desistência destes estará de folga. Marco Aurélio regressa de castigo na próxima jornada.

Clubes da região em execução fiscal

Clubes notificados para pagamento de dívida no prazo de 30 dias. Se não o fizerem são excluídos do Plano de Regularização de dívidas ao fisco e correm risco de execução fiscal
União de Leiria, Caldas, Fátima, AC Marinhense, GD Peniche e Beneditense estão a ser notificados pelas Finanças para pagamento de dívidas ao fisco, em valores relacionados com as verbas das receitas das apostas mútuas a que os clubes têm direito. Na notificação, a que o Diário de Leiria teve acesso, as Finanças informam os clubes de que se encontram em incumprimento e correm risco de execução fiscal. Em causa está um acordo celebrado em 1999,em que a Liga Portuguesa de Futebol Profissional (LPFP) e a Federação Portuguesa de Futebol (FPF) deveriam encaminhar para as finanças as receitas relativas ao ‘totonegócio’ (receitas das apostas mútuas desportivas) para pagamento das dívidas.

www.diarioleiria.pt

domingo, 22 de janeiro de 2012

SC Pombal vence SCE Bombarralense e ascende ao 2ºlugar

15ªJornada - 3ªDivisão Nacional/Série D - Seniores
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Resultados:
AC Marinhense 1 (Dady) - CA Riachense 1
Beneditense 1 - Benfica CB 0
GD Peniche 0 - Tocha 0
Sourense 1 - GC Alcobaça 0
SC Pombal 3 - SCE Bombarralense 0
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Classificação:
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Próxima Jornada 29-1-2012
AC Marinhense - GD Peniche
Tocha - Benfica CB
GC Alcobaça - AT.Riachense
SCE Bombarralense - Sourense
Pampilhosa - Beneditense

quinta-feira, 19 de janeiro de 2012

GC Alcobaça venceu derby distrital

Estádio Municipal de Alcobaça
Árbitro: Pedro Silva (AF.Lisboa)

GC ALCOBAÇA 1Vítor Maranhão, Bruno Vidinha, Juvenal, Hélio, Carlos Fernandes, TD (RS, 68′), Ricardo Pontes, Fábio Rosado (Bruno Daniel, 56′), Bruno Novo, Tiago Lopes (Janeca, 71′) e Hugo
Treinador: Walter Estrela

SP.POMBAL 0Nélson, Damien (Pedro Santos, 85′), Lagoa, Toni e Paulo Martins; Rica, João Pinto (Bruno Mendes, 57′), André Costa, Diogo Ribeiro, Miguel Xavier e Panzer (Ascenso, 75′)
Treinador: Paulo Neves

Ao intervalo: 0-0
Marcadores: Bruno Novo (80′)

O Alcobaça venceu o Sp.Pombal, num derby distrital, em que a formação de Walter Estrela justificou inteiramente, dado que foi melhor ao longo do encontro.
A superioridade da turma alcobacense foi mais visível no segundo tempo, altura em que dominou o encontro, perante um Sp.Pombal que soma três derrotas consecutivas.
No primeiro tempo, poucas situações de perigo, contudo apenas nos últimos minutos o golo esteve perto de acontecer, mas TD desperdiçou incrivelmente.
No segundo tempo, o Alcobaça intensificou o domínio nos últimos quinze, altura em que RS e Tiago Lopes estiveram perto do golo, mas Nélson evitou o golo.
Pelo Sp.Pombal, Miguel Xavier e Bruno Mendes também podiam ter balançado as redes, mas tal não aconteceu.
A dez minutos do final do encontro, o extremo Bruno Novo deu vantagem ao Alcobaça, num golo que já se justificava, fruto da superioridade que evidenciava no encontro.
Antes do final do encontro o Sp.Pombal poderia ter marcado, mas Miguel Xavier na transformação de uma grande penalidade rematou ao poste.

O Derbie

Vitória ao cair do pano

Estádio Municipal da Marinha Grande
Árbitro:Jorge Maia (AF Santarém)

AC Marinhense: Pedro Duarte (cap.), Miguel, César Índio, Falé, Videira (Dady, aos 60 min.), Fábio, Cruz (Gonçalo, aos 90+2), Dércio Feliciano, Ricardo Fernandes, Ely e Amaro (Nélson, aos 76 min.)
Suplentes não utilizados: Carlos, Timmie, Fred, Cardeira.
Treinador: Marco Aurélio

GD Sourense: Ivo, Pimenta, Fábio Pereira, Alex, Sérgio Marques, R. Tavares (Cap.), Jorgito, Sanchez (Sandro, 76 min.), Telmo (Mini,aos 67 min.), Andreson e Chico (Manito, aos 60 min.)
Suplentes não utilizados: Ricardo, Leitão, Estanqueiro.
Treinador: Nuno Raquete

Disciplina: Amarelos a Amaro (30 min.), Alex (32 min.), Jorgito (40 min. e 45 min.), Videira (48 min.), Anderson (76 min.), Falé (87 min.), Pimenta (90 min. + 1). Vermelho por acumulação Jorgito (45 min.)
Golos: Dady (90 min).

Numa tarde de muito frio na Marinha Grande, o AC Marinhense recebeu e venceu o GD Sourense em mais uma jornada da III Divisão Nacional.
Mas foi o GD Sourense quem entrou melhor no jogo, mais pressionante e sempre mais perto da baliza adversária, sendo que aos 5 minutos já somava três cantos a seu favor. Apesar do domínio, o GD Sourense nunca conseguiu criar real perigo, e paulatinamente o AC Marinhense foi crescendo e foi procurando equilibrar o jogo, principalmente através de Ely, que se mostrou sempre bastante incómodo para os defesas adversários. Aos 18 min., e após uma boa jogada individual da direita, Ely flecte para o centro e faz um remate perigoso que passa ligeiramente por cima da baliza de Ivo. O GD Sourense respondeu de imediato, e no minuto seguinte, Telmo, um dos melhores da equipa liderada por Nuno Raquete, tem uma boa iniciativa individual, que culmina com um remate perigoso. Por esta altura assistíamos a um domínio repartido do jogo,
com o AC Marinhense a conseguir já refrear a superioridade inicial do GD Sourense. O jogo seguiu nesta toada, até que aos 45 min. de jogo, mesmo em cima do intervalo, num lance a meio-campo, Jorgito corta uma bola com a mão, e o árbitro da partida não hesita, e mostra-lhe o segundo amarelo, ficando a equipa de Nuno Raquete reduzida a 10 elementos.
Esperava-se pois uma segunda parte, onde o AC Marinhense assumisse o jogo, e onde fizesse valer a sua vantagem de jogar com uma unidade a mais durante 45 minutos. E assim foi. Apesar de ter sido o GD Sourense a ter a primeira iniciativa de perigo na segunda parte, sempre pelo inevitável Telmo, que ultrapassou a defensiva contrária e rematou por cima da baliza de Pedro Duarte, gradualmente o AC Marinhense foi tomando conta do jogo, perante uma equipa do GD Sourense mais na expectativa e procurando explorar o contra-ataque. Mas apesar do domínio crescente do AC Marinhense, a equipa liderada por Marco Aurélio não conseguia transformar isso em verdadeiras oportunidades de golo, e não podia descurar por completo a sua defesa, pois o GD Sourense procurava sempre sair para rápidos contra-ataques. Da parte do AC Marinhense, com a entrada de Dady, para o flanco direito, a equipa ganhou mais objectividade, com o jovem médio a ter algumas iniciativas a porem em perigo a equipa do GD Sourense, e numa delas, aos 70 min., Ely ficou a centímetros de encostar para golo a um centro de Dady. O jogo caminhava para a sua parte final e o domínio do AC Marinhense acentuava-se cada vez mais, com o GD Sourense a conseguir cada vez menos
partir em jogadas perigosas de contra-ataque.Aos 72 min., Ely tem uma jogada fantástica na esquerda, passa por dois defesas do GD Sourense, centra para a área, mas a bola não leva o melhor seguimento. Quatro minutos depois, é a vez do mesmo Ely, de uma forma pouco ortodoxa, tentar o golo, após um centro da direita, mas a bola acaba por sair por cima da baliza de Ivo. Mas vai ser mesmo em cima dos 90 min. de jogo, que o AC Marinhense vai conseguir chegar ao golo da vitória. Bola em profundidade da defesa do Marinhense, com Dady a ganhar vantagem
sobre a defesa do GD Sourense, a isolar-se, e a rematar para golo, Ivo ainda conseguiu evitar o primeiro remate, mas na recarga Dady marcou mesmo e pôs um ponto final na resistência da equipa do GD Sourense. Quatro minutos depois, Jorge Maia dava por terminado o encontro.
Justa a vitória do AC Marinhense, que foi claramente a equipa que mais procurou o golo, num jogo que ficou obviamente marcado pela expulsão
de Jorgito, que condicionou toda a estratégia da equipa do GD Sourense na segunda parte. Quanto a arbitragem de Jorge Maia, foi no geral uma arbitragem acertada, sem casos, onde a única dúvida que fica mesmo, é se terá tido algum excesso de zelo na amostragem do segundo cartão amarelo a Jorgito, num lance de mão na zona do meio-campo, isto cinco minutos depois de lhe ter mostrado o primeiro amarelo.
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A opinião dos treinadores:
Marco Aurélio (AC Marinhense): Perante uma equipa bem organizada e experiente como o Sourense, a nossa equipa entrou expectante, perante um Sourense que entrou melhor no jogo. A expulsão alterou o rumo do jogo, crescemos, e fomos em busca da vitória, o que conseguimos.
Nuno Raquete (GD Sourense): Fomos melhores na primeira parte, mas a expulsão condicionou o jogo. Se fomos melhores na primeira parte, o AC Marinhense foi melhor na segunda parte, e as suas substituições refrescaram bem a equipa. Aceitava-se o empate, mas no futebol, ganha quem marca.